Olá! Você sabe quais são os benefícios do hábito de leitura para universitários?
Seja bem-vindo ao Blog da Unifacear!
É uma grande satisfação poder iniciar essa jornada com você.
Este será o espaço onde nós vamos, juntos, discutir sobre muitas das nossas ideias, descobrir tudo sobre carreiras e profissões, falar sobre empreendedorismo, dicas de estudos, atualidades e muito mais.
Mas, caso você esteja se perguntando será mesmo que um blog é necessário? Pois, com tanto conteúdo existente na internet, será que não vou ficar “atolado” de informações e me perder nos estudos?
E nós vamos te dizer que, NÃO! E não estamos dizendo que vamos sempre apresentar um conteúdo ultra novo.
O que queremos trazer para você é um conteúdo original, que fale a sua linguagem e que te ajude a tomar as decisões certas para sua carreira e para a sua vida, ou seja, nosso blog vai ser o seu companheiro.
Então, é por isso que já vamos iniciar nosso blog com um conteúdo bastante interessante e que tem tudo a ver com o que estamos falando até agora.
Afinal, para acompanhar nosso blog, você vai precisar ler.
E ler é muito bom e traz muitos benefícios!
Então, vamos ao que interessa!
Se ajeita aí na sua cadeira e vamos juntos descobrir os benefícios do hábito da leitura.
Acompanhe…
Não é de hoje que sabemos que ler é um hábito muito importante para quem deseja desenvolver uma carreira, principalmente se for na área intelectual. Além disso, este hábito pode te ajudar a desenvolver um repertório e ser uma pessoa mais interessante.
Infelizmente o Brasil está no topo do ranking mundial de países com o maior número de analfabetos e isso implica muito no hábito (ou na falta dele) cultural de leitura.
Em geral, as pessoas não gostam muito de ler, em contrapartida, estão sempre lendo, seja uma embalagem, seja um outdoor, seja uma publicação nas redes sociais… a leitura é algo que está muito presente no nosso dia a dia.
Isso não parece o bastante para tirarmos bom proveito da leitura. Quando estamos falando dos benefícios que a leitura pode nos trazer, estamos falando da leitura de um livro e para conseguir alcançar essa meta, caso você ainda não tenha o hábito de ler, é preciso um pouco de perseverança.
E se você está pensando em ingressar em uma faculdade, ou acabou de ingressar, tem que correr para desenvolver esse hábito o mais rápido possível, pois em um ambiente acadêmico, o que você mais fazer é ler.
Então, vamos agora listar quais os benefícios que o hábito da leitura pode trazer para os universitários. Acompanhe.
Quando desenvolvemos o hábito de leitura, estamos em constante contato com as palavras e, muitas vezes, podem aparecer novas palavras que não conhecemos. Neste momento, o ideal é recorrer ao “pai-dos-burros”, o famoso dicionário, para descobrir e entender o significado e aplicação daquela palavra.
Dessa maneira aumentamos nosso vocabulário e desenvolvemos uma maior capacidade de escrita e também falamos melhor nas nossas conversas.
Dependendo da leitura que você optar, pode ser que hajam histórias de ficção ou reais e, geralmente, essas histórias têm problemas a serem resolvidos. Como na leitura você acaba se envolvendo na trama, você vai se deparar com problemas semelhantes aos da vida real e que possuem soluções parecidas.
O hábito de ler é muito saudável para o cérebro. Ajuda na capacidade de concentração, no foco seletivo e na imaginação. Além do mais, otimiza a memória ajudando a prevenir o Alzheimer.
Ao ter contato com as histórias, você vai se deparar com personagens e seus dilemas. Com isso, vai conseguir imaginar-se no lugar daquele personagem, desenvolvendo, assim, a sua empatia. Isso irá refletir na sua vida no dia a dia, além disso, a leitura proporciona a capacidade de enxergar uma situação por diferentes perspectivas.
Um bom leitor geralmente tem um bom repertório e bastante conteúdo. Isso é bom nas suas relações, pois, assim você sempre terá assunto em uma conversa e se tornará uma pessoa muito agradável.
Além disso, quem tem esse hábito, torna-se uma pessoa menos estressada, pois, com a leitura, acabam fugindo um pouco da realidade e dos problemas.
Como já falamos, a leitura é muito benéfica para o nosso cérebro e também afeta positivamente a criatividade, ou seja, quem não lê acaba sendo menos criativo se comparado às pessoas que tem esse hábito.
A leitura acaba como que se tornando um oxigênio para o cérebro, dando vida e mais dinamismo nos pensamentos, ajudando a desenvolver novas ideias, resolver problemas ou criar algo novo.
Quem lê acaba absorvendo mais conhecimento. Isso impacta na autoestima, pois, geralmente, a pessoa sente-se mais inteligente por estar tendo contato com conteúdos variados.
Em contrapartida, um bom leitor acaba se auto-analisando e vendo no quanto pode se tornar uma pessoa melhor, como já pontuamos. Neste contexto, o leitor torna-se um auto-crítico ao invés de um pedante.
Esses são alguns dos benefícios que o hábito da leitura pode proporcionar a você e, como já dissemos, na vida universitária a leitura acaba se tornando essencial para os seus estudos.
Agora que você já sabe todos os benefícios do hábito da leitura está na hora de começar a desenvolvê-lo, por isso, vamos deixar aqui algumas dicas de leituras que têm muito a acrescentar na sua vida e na sua formação acadêmica. Veja.
Não tem mais desculpas para você começar agora com o hábito da leitura!
E aí?
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Nos vemos no próximo post!
O estudante que finalizar a sua graduação normalmente terá dúvidas a respeito dos próximos passos. Cada caminho tem sua especificidade e funciona melhor de acordo com as aspirações para o futuro. Uma dúvida é bem comum: qual a diferença entre pós-graduação e MBA? No blog de hoje, iremos discorrer sobre o assunto para ajudar a sanar essa questão.
O MBA (Master of Business Administration) é um grau acadêmico que foca na visão administrativa e corporativa. A formação privilegia o espectro executivo, sendo altamente indicado a empresários e gestores. Abrange uma gama de conteúdos teóricos, como planejamento e negociação, e práticos, como otimização de habilidades comportamentais e de liderança.
É considerado um grau de mestrado. No Brasil, entretanto, não é reconhecido desta maneira, se enquadrando em especialização. Para realizar um MBA é recomendado que o candidato seja um profissional que já tenha experiência dentro do mercado, com alguns anos de atuação. Visto que o foco será na administração de negócios/empresas, é importante que a vivência seja aliada da teoria.
Na pós-graduação, há uma gama maior de opções no que diz respeito a variedade de cursos. Esse método, de modo geral, foca em expertise em determinadas áreas, tanto no âmbito acadêmico quanto no profissional. No Brasil, os cursos de pós-graduação são divididos em: mestrado, doutorado e aperfeiçoamento, com dois grupos principais: lato sensu e stricto sensu.
Normalmente, os cursos de pós-graduação lato sensu tem um perfil mais generalista e são direcionados para o mercado, como as especializações e MBA’s. Já os stricto sensu buscam aprofundamento em um assunto ou temática particular. No caso de mestrados e doutorados, é possível que a duração seja longa, entre dois e cinco anos.
Muitos temas acabam passando batido na graduação, uma vez que é necessário analisar diversos assuntos e suas ramificações. A pós-graduação é uma oportunidade de dissecar, de reforçar. E, nesse caso, é possível escolher entre várias preferências.
A diferença principal, no fim das contas, é o foco do grau acadêmico. Qualquer escolha listada acima tende a ser valiosa em sua formação e no currículo, mas é necessário avaliar todos os tópicos para escolher algo que faça sentido na trajetória.
Se você pretende buscar aperfeiçoamento de suas habilidades em um campo específico, se tornando um especialista em determinada competência, o tipo mais indicado de curso é a pós-graduação. Porém, se houver urgência na busca pela inserção no mercado, o MBA dará capacitação suficiente para ser competitivo em diferentes processos, de forma abrangente e visando diferentes negócios.
Ou seja: o ponto fundamental está no plano de carreira. Traçando metas, será possível compreender qual opção faz mais sentido. Também é necessário avaliar as necessidades do momento, no curto prazo. Realizando essa análise e casando todos os objetivos, virá a escolha final. Cada uma tem prós e contras, mas, em todo caso, é fundamental buscar uma especialização após a graduação. O mercado cobra e o ensino é a melhor resposta.
Conheça nossas pós-graduações e cursos MBA
É normal que muitos estudantes se sintam confusos ao escolherem qual o formato ideal para o seu ensino superior. As opções são variadas, tanto em categorias quanto em modalidades. Um tipo de formação que se difundiu de forma positiva ao longo dos anos foi o Tecnólogo. E é importante não confundir com Curso Técnico, por exemplo. No blog de hoje, vamos desbravar um pouco a respeito desses conceitos educacionais e suas diferenças.
O tecnólogo é um curso de nível superior especializado em determinada área. Tem duração de dois a três anos e permite que o egresso realize uma pós-graduação ou um MBA. Por ser de menor duração, possibilita uma entrada mais rápida no mercado de trabalho. O raio de atuação de alguém que escolheu o tecnólogo é mais bem definido, o que possibilita crescimento em um campo específico.
Algo que pode ser citado para ilustrar a diferença é o curso de Administração. Ao realizar uma graduação focada neste tema, a área de atuação do profissional é bem ampla, podendo seguir carreira em diferentes frentes, como Marketing, Finanças, Gestão de RH, Logística, Pesquisa de Mercado e outras. Já uma pessoa que, por exemplo, escolha um tecnólogo em Gestão de RH, será especialista neste segmento específico e em suas subáreas. É uma forma de segmentar sua carreira, com menos desvios no caminho. Se torna mais valorizado e procurado naquilo que escolheu, porém com uma atuação menos ampla considerando o contexto como um todo.
Financeiramente, os tecnólogos costumam apresentar ofertas mais rentáveis na comparação com bacharelado. Se há uma vantagem evidente do bacharelado em toda essa equação, seria no que diz respeito a concursos públicos, visto que alguns não comportam profissionais tecnólogos.
Ainda é necessário explicar a respeito do curso técnico. É uma diferença bem evidente para o tecnólogo, mas mesmo assim há confusão especialmente pela similaridade dos nomes. Os cursos técnicos, de modo geral, duram de dois meses até três anos, realizados já em nível médio, buscando qualificação e preparação para o mercado.
Resumidamente, o tecnólogo é um curso que irá focar nas dinâmicas de trabalho para preparar um profissional especializado em uma área específica. A possibilidade de poder realizar pós-graduação ou MBA, porém, é uma forma de ir desbravando o mercado. O bacharelado, por ter uma duração maior e um perfil mais generalista, pode ampliar a área de atuação visto a grade curricular extensa. Já o curso técnico é um nível anterior na comparação com as duas citadas acima.
Conhecido por muitos como “ensino mão na massa”, os tecnólogos são, de acordo com dados do Estadão, escolha de 13% dos estudantes atualmente. É uma forma de capacitação diferenciada com grade curricular compacta e investimento menor.
“As graduações têm os mesmos direitos e deveres e são reconhecidas pelo MEC. O que diferencia o tecnólogo é a ideia de ‘fast track’ (agilidade e resultados mais rápidos)”, explica Luiz Antonio Tozi, diretor da Fatec.
“Não podemos mais só dar aula. Temos que fazer projetos trazendo o contexto do mundo real, do cotidiano. É o tal do aprender fazendo. A gente acha que teoria é só teoria como reflexo do bacharelado, mas precisa saber e conseguir aplicar de uma forma mais prática. O perfil que tem mais sucesso não é o do aluno que só pensa em acelerar o processo do aprendizado para entrar mais rápido no mercado de trabalho, mas sim o que quer fazer uma construção de carreira com um olhar mais flexível, dinâmico, ágil e moderno”, complementou Tozi, que valoriza a oferta de tecnólogos.
Oferecemos cursos nesta modalidade que cresce cada vez mais em valorização dentro do mercado. São oportunidades de buscar especializações extremamente valiosas com ofertas diferenciadas. Confira:
Presencial
Semipresencial
EAD
Uma dificuldade constantemente apontada pelos estudantes é a dificuldade de concentração. Esse fator acaba sendo acentuado quando o assunto é Ensino a Distância (EAD), visto que um ambiente fora da sala de aula tradicional acaba facilitando distrações. No entanto, isso não deve ser, de forma alguma, um empecilho para escolher pelo EAD.
Um método bem difundido no meio educacional é o do Mapa Mental. É uma forma de potencializar a aptidão do cérebro em armazenar conhecimento e elaborar raciocínio lógico. Resumidamente, consiste em realizar uma expansão das palavras-chave relacionadas a um tema central. No blog de hoje, vamos conhecer um pouco mais sobre essa ideia.
Anthony Peter Buzan nasceu em Enfield, região vizinha à Londres, na Inglaterra, em 1942. Ele é considerado o “pai” dos mapas mentais. Sua bibliografia inclui muitos trabalhos sobre os temas da aprendizagem, da memória e do cérebro.
Na década de 1970, Buzan apresentou um programa no canal BBC onde passou a explicar e ampliar seu conceito de mapa mental. Posteriormente, realizou cinco livros que trabalhavam o assunto e suas vertentes. Seus ensinamentos são considerados inovadores no universo educacional, principalmente ao falarmos sobre memorização, síntese e organização.
“Um mapa mental utiliza todas as habilidades do cérebro para interpretar palavras, imagens, números, conceitos lógicos, ritmos, cores e percepção espacial com uma técnica simples e eficiente. Ele nos dá a liberdade”, disse Buzan.
Apesar da paternidade ser atribuída a Buzan, existem registros de similaridades há muito tempo. Acredita-se que Porfírio de Tiro, filósofo do século três na Grécia e em Roma, fez o mapeamento visual das Categorias de Aristóteles. Sua invenção, a Árvore de Porfírio, não incluía ilustrações, mas outros pensadores acrescentaram-as posteriormente. No século XIII, o filósofo Raimundo Lúlio também usou este tipo de diagrama, incluindo uma árvore de Porfírio ilustrada.
O formato é de um diagrama. Pode ser feito tanto à mão livre ou também pelo computador. A ramificação é realizada a partir de um tema central e, através das ligações com subtemas, é possível estimular o cérebro a realizar associações e auxiliar principalmente na memorização. É comum que se utilizem setas e cores que podem ser fundamentais, pois diferentes tonalidades serão dadas de acordo com o objetivo em torno dos termos.
Ao mesmo tempo que acaba sintetizando um conteúdo em uma concepção simplificada, estimula a criatividade ao levar a mente para diferentes lugares.
Um grande benefício dos mapas mentais está em relacionar conceitos difíceis com explicações sucintas. Não é a única forma de estudo para se dar bem, é claro. Entretanto, aliada à educação cotidiana das aulas, essa cadeia de palavras pode causar um “desbloqueio” no cérebro e fazer com que termos difíceis sejam descomplicados. Em cursos de ciências da natureza, por exemplo, em que palavras similares e igualmente confusas representam significados bem diferentes, um mapa mental pode ser muito útil.
O posicionamento estratégico das informações facilita a aprendizagem e memorização, especialmente com mentes mais estimuladas ao visual. Estudos indicam que mapas mentais podem promover uma melhor retenção de informação. No ano de 2005, em um levantamento de Glennis Edge Cunningham, 80% dos alunos de biologia do ensino médio que foram abordados revelaram uma melhor aprendizagem após usar mapas mentais.
Em um estudo de 2006, realizado por A.V. D'Antoni e G.P. Zipp, estudantes de quiropraxia mostraram desempenho aperfeiçoado após contato com o método.