A Revista Multidisciplinar da Unifacear convida pesquisadores, docentes, discentes e profissionais de diferentes áreas do conhecimento a submeterem artigos científicos

Pesquisadores, docentes, discentes e profissionais de diferentes áreas do conhecimento podem submeter seus artigos científicos para publicação na Revista Multidisciplinar da Unifacear até o dia 15 de setembro de 2025. O dossiê terá o tema “Pluralidade Étnica” e deve ser publicado no final do ano. 

Com o objetivo de reunir pesquisas científicas que abordam a diversidade étnica sob múltiplas perspectivas, a edição levará em conta pesquisas com implicações sociais, culturais, educacionais, históricas, políticas e econômicas, possibilitando que um mosaico de áreas de pesquisa sejam contempladas. 

A principal proposta é estimular o debate e reflexões críticas sobre os processos de valorização, reconhecimento, conflitos, desigualdades e resistências relacionados à pluralidade étnica no Brasil e no mundo. 

Entre os temas mais esperados estão: 

Relações étnico-raciais e construção identitária;
Povos, comunidades e culturas tradicionais;
Interculturalidade e políticas públicas de inclusão étnica;
Questões estruturais e institucionais;
Educação para as relações étnico-raciais;
Representações da diversidade étnica na mídia, nas artes e na literatura;
Experiências e epistemologias do sul global;
Saúde em suas relações multiculturais.

O edital prevê todos os tipos de trabalhos aceitos, o passo a passo para submissão e as condições para submissão. 

Confira o chamamento completo abaixo.

Celebrado no dia 19 de agosto, o Dia do Historiador tem como objetivo reconhecer a importância vital dos profissionais na preservação da memória e patrimônio coletivo. Mais do que contadores de histórias, os historiadores são investigadores que mergulham em fatos, livros, fontes e documentos para desvendar os complexos tecidos do passado para ajudar a compreender o presente e o que esperar do futuro. 

Em grande maioria das vezes, os historiadores são estigmatizados como um professor em sala de aula. E de fato, é um dos pilares da profissão, mas a atuação prática vai muito além. Historiadores trabalham em museus, arquivos, bibliotecas, centros de pesquisa e até mesmo empresas, prestando consultoria sobre o passado do mercado e das próprias marcas.

A pesquisa histórica é um trabalho minucioso que exige rigor metodológico, olhar atento aos detalhes e paciência. O historiador mergulha em documentos antigos, locais muitas vezes já abandonados, cartas, jornais, registros oficiais e objetos arqueológicos. O objetivo não é só relatar o que aconteceu no século passado, por exemplo. Mas interpretar, contextualizar e extrair significados. 

Com o avanço da tecnologia, o mercado de trabalho tem passado por uma transformação profunda. Longe de serem ameaçados ou substituídos por Inteligência Artificial, esses profissionais estão encontrando novas metodologias para expandir seu trabalho. A digitalização de acervos, por exemplo, tornou as fontes históricas acessíveis a um público global, democratizando o acesso ao conhecimento. 

Aqui na Unifacear, o curso de História oferta disciplinas que capacitam o profissional a realizar pesquisas e investigações na área do ensino e aprendizagem de história, a escrever e produzir livros e materiais didáticos e paradidáticos, além de prestar serviços de consultoria e assessoria a entidades públicas e privadas nos setores educacionais, científicos e culturais. Terá acesso a disciplinas pedagógicas e específicas, que abordam os períodos da história, suas regiões e também temas característicos do estudo da história.

Conheça mais sobre o curso aqui.

Aprofundar o conhecimento profissional e das normas que regem a área é fundamental durante a graduação. No sentido de contribuir para isso, os alunos do curso de Biomedicina da unidade Sítio Cercado da Unifacear participaram de uma visita técnica ao Conselho de Biomedicina do Paraná, em Curitiba. A iniciativa possibilitou uma vivência prática de como é a atuação do órgão que fiscaliza e representa a profissão.

O contato direto com o Conselho possibilitou a ampliação da visão sobre a responsabilidade ética e técnica que acompanha o profissional de biomedicina, além de conhecer de perto o funcionamento do órgão, compreendendo o papel da entidade na fiscalização das atividades e qualidade dos serviços prestados.

Dúvidas sobre as atribuições, suas múltiplas habilitações e o campo de atuação também foram sanadas pelos profissionais do Conselho. Os alunos puderam conhecer os aspectos práticos das legislações vigentes que regulamentam a profissão, reforçando a necessidade de uma atuação ativa e direta em uma área que se expande para diferentes frentes de trabalho na saúde. 

A visita reforça a importância do alinhamento entre formação acadêmica e regulamentação profissional, elucidando a compreensão da relevância do Conselho, sua função no fortalecimento e proteção da profissão, além da atuação do biomédico na prática em consonância com a regulamentação. 

As experiências práticas representam um diferencial na formação universitária, pois contribui na aproximação teórico-prático dos futuros biomédicos, destacando as responsabilidades, direitos e deveres que acompanham a carreira desse profissional no país. 

Conheça mais sobre o curso de Biomedicina da Unifacear aqui.

“Pede para o Estagiário”. Se você já foi um, com certeza o que mais ouviu durante o seu trabalho foi isso. O Estágio, seja ele obrigatório ou não, surgiu para proporcionar aos acadêmicos a primeira experiência profissional, principalmente em função da diferença entre teoria e prática. Assim, o aluno vê o conteúdo em sala de aula e o vê acontecendo na prática, no escritório. O Dia do Estagiário, comemorado hoje (18) , é símbolo dos potenciais profissionais que não se limitam apenas aos saberes da sala.

Além da rotina agitada de todo estudante de graduação que precisa fazer trabalhos, ler artigos, revisar conteúdo, ouvir o professor, estudar para prova, pensar no TCC etc, o estagiário ainda recebe a função de descobrir como funciona o mercado de trabalho da área em que estuda, lida com chefes, ganha experiência, medo e faz tudo. É o famoso faz de tudo um pouco. 

Mesmo com uma carga horária menor (mas nem tanto assim), os estagiários começam a desenvolver várias frentes de trabalho ao longo do período, e precisam se preparar muito para não errarem, afinal, quantos chefes ficam orientando os estagiários durante a execução da função?

Esse reconhecimento veio em 1982 com a publicação do Decreto nº 87.497 que regulamentou a Lei do Estágio, que na época era a 6.494. Em 2008, uma nova Lei foi promulgada, a 11.788 e trouxe novos parâmetros e direitos aos estagiários. A simbologia da data vem para destacar o papel crucial do estágio na formação de novos profissionais, além de valorizar a contribuição que os jovens trazem para as empresas. 

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