O acadêmico de enfermagem campus Araucária, Emmanuel, conquistou o 1º lugar no processo seletivo da Prefeitura de Araucária para estágio remunerado na área da Enfermagem, resultado que evidencia seu comprometimento, dedicação e excelência ao longo de sua trajetória acadêmica.

A classificação em primeiro lugar em um processo seletivo público competitivo demonstra não apenas domínio consistente dos conhecimentos técnico-científicos da área da saúde, mas também disciplina, responsabilidade e preparo para atuar em cenários reais de cuidado. 

Esse resultado reflete o esforço contínuo do estudante em buscar qualificação, aprimoramento e envolvimento ativo com as atividades formativas do curso, evidenciando um perfil acadêmico comprometido com a qualidade da assistência em saúde e com os princípios éticos da profissão.

A conquista também representa um importante marco na formação profissional do acadêmico, pois o estágio na rede pública de saúde possibilita o contato direto com a prática assistencial, o trabalho em equipe multiprofissional e a vivência das demandas reais do sistema de saúde. 

Nesse contexto, Emmanuel terá a oportunidade de desenvolver competências fundamentais para o exercício da enfermagem, como o raciocínio clínico, a comunicação com pacientes e equipes, a tomada de decisão baseada em evidências e o fortalecimento da sensibilidade humanística no cuidado. 

A comunidade acadêmica reconhece e celebra essa conquista como motivo de orgulho, destacando que resultados como esse refletem não apenas o mérito individual do estudante, mas também o compromisso institucional com a formação de profissionais qualificados, críticos e preparados para contribuir com a melhoria da saúde da população.

Na tarde de quinta-feira, 05 de março, acadêmicos do curso de Enfermagem participaram de uma importante ação de promoção e educação em saúde junto à comunidade do Bairro Novo A, em Curitiba. A atividade ocorreu das 14h às 16h, nas dependências da Unidade de Saúde São João Del Rey, localizada no bairro Sítio Cercado, reunindo moradores interessados em receber orientações e informações sobre cuidados com a saúde.

A iniciativa surgiu a partir de uma solicitação da própria comunidade, que buscou apoio do curso de Enfermagem para fortalecer ações de prevenção e conscientização em saúde. Durante o encontro, os acadêmicos desenvolveram orientações educativas voltadas principalmente para dois eixos fundamentais: saúde da mulher e prevenção de doenças transmissíveis, com destaque para a sífilis.

No tema saúde da mulher, foram abordados assuntos relacionados à importância do acompanhamento periódico, realização de exames preventivos, autocuidado e acesso aos serviços de saúde. As orientações tiveram como objetivo incentivar práticas preventivas e ampliar o conhecimento das participantes sobre cuidados essenciais para a manutenção da saúde ao longo da vida.

Outro ponto de destaque da ação foi a abordagem sobre doenças transmissíveis, especialmente a sífilis, infecção que ainda apresenta crescimento no número de casos no Brasil. Os acadêmicos reforçaram informações sobre formas de transmissão, sinais e sintomas, diagnóstico precoce e tratamento, além de destacar a importância do uso de preservativos e do acompanhamento nas unidades de saúde.

A atividade proporcionou um momento de diálogo direto com a comunidade, permitindo esclarecer dúvidas, orientar os moradores e fortalecer a relação entre a universidade e a população. Para os estudantes, a ação também representou uma oportunidade de vivenciar na prática os princípios da educação em saúde, contribuindo para a formação de profissionais comprometidos com a promoção da saúde e a prevenção de doenças.

Iniciativas como essa reforçam o papel social do curso de Enfermagem, que, por meio da participação ativa de seus acadêmicos, busca contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população e para a construção de uma sociedade mais consciente sobre a importância do cuidado com a saúde.

A UNIFACEAR celebra mais uma importante conquista acadêmica que evidencia a qualidade da formação oferecida pela instituição. O acadêmico Roberto Miranda da Silva, do curso de Enfermagem do campus Araucária, foi aprovado em primeiro lugar no processo seletivo para a Residência em Urgência e Emergência do Hospital Vita.

O processo seletivo foi altamente concorrido, reunindo mais de 120 candidatos provenientes de diferentes universidades da região, todos disputando uma vaga em um dos programas de residência mais reconhecidos na área da saúde. Mesmo diante de um cenário competitivo, Roberto Miranda da Silva destacou-se pelo excelente desempenho, conquistando a primeira colocação geral.

A aprovação representa não apenas um marco na trajetória profissional do acadêmico, mas também reforça o compromisso da UNIFACEAR - Centro Universitário com a formação de profissionais qualificados, preparados para atuar com competência, ética e responsabilidade nas diversas áreas da saúde.

O curso de Enfermagem da UNIFACEAR – Campus Araucária tem se consolidado pela formação sólida, pelo incentivo à prática baseada em evidências e pelo estímulo ao desenvolvimento do raciocínio clínico e da tomada de decisão em cenários complexos de cuidado, como os serviços de urgência e emergência.

Para Roberto, a conquista representa o resultado de uma trajetória marcada por dedicação, estudo e comprometimento com a profissão. A residência em urgência e emergência proporcionará uma experiência intensiva de formação prática, permitindo o aprofundamento de competências essenciais para o atendimento a pacientes em situações críticas.

A comunidade acadêmica da UNIFACEAR parabeniza o acadêmico Roberto Miranda da Silva pela conquista e deseja sucesso nessa nova etapa de sua formação profissional, que certamente contribuirá para fortalecer ainda mais a atuação da enfermagem na assistência à saúde.

A conquista reforça o orgulho da instituição em ver seus acadêmicos se destacando em processos seletivos altamente concorridos, demonstrando que a formação oferecida pela UNIFACEAR prepara profissionais capazes de alcançar posições de excelência no cenário da saúde.

No dia 03 de março os alunos de Arquitetura e Urbanismo, no âmbito da disciplina Planejamento Urbano e Regional, desenvolveram uma atividade de análise crítica sobre o Estatuto da Cidade, conduzida pela professora Tharsila Fariniuk.

A proposta foi estimular a reflexão sobre o uso de ferramentas de inteligência artificial no processo de aprendizagem. A dinâmica partiu de um exercício estruturado em duas etapas: inicialmente, os estudantes deveriam utilizar ferramentas de IA para responder a duas questões centrais relacionadas ao Estatuto da Cidade nos municípios brasileiros. Em seguida, os alunos foram convidados a realizar uma análise crítica das respostas obtidas, comentando, em tópicos, aspectos como clareza conceitual, profundidade da argumentação, possíveis generalizações e postura crítica presente nos textos gerados.

A atividade gerou um debate bastante rico entre os estudantes, que compartilharam em sala as respostas obtidas e suas respectivas análises. Um dos pontos que mais chamou a atenção foi a diferença percebida entre as respostas produzidas por diferentes sistemas de inteligência artificial. Os alunos observaram que, embora muitas respostas apresentassem organização textual e linguagem clara, em vários casos os conteúdos mostravam-se superficiais, com generalizações excessivas e críticas pouco aprofundadas. Também foi destacado que, frequentemente, as respostas mantinham um tom neutro e pouco analítico, evitando posicionamentos mais críticos ou discussões mais complexas sobre as limitações institucionais e políticas envolvidas na aplicação do Estatuto da Cidade.

Outro aspecto discutido pelos estudantes foi a tendência das IAs de simplificar conceitos importantes do planejamento urbano, muitas vezes tratando os municípios brasileiros de forma homogênea, sem considerar as profundas diferenças regionais, administrativas e socioeconômicas existentes no país. Essa percepção levou os alunos a refletirem sobre a necessidade de interpretar, complementar e problematizar as informações produzidas pelas ferramentas digitais, reconhecendo que tais recursos podem auxiliar na organização inicial das ideias, mas não substituem a análise crítica e o repertório conceitual do pesquisador ou estudante.

Mais do que promover uma discussão específica sobre o conteúdo do Estatuto da Cidade, a atividade teve como objetivo central estimular uma reflexão mais ampla sobre o uso da inteligência artificial no ambiente acadêmico. O exercício evidenciou que o uso indiscriminado dessas ferramentas, quando empregado como substituição da atividade intelectual, pode levar à reprodução de conteúdos genéricos, pouco aprofundados e com baixo nível de criticidade. Ao mesmo tempo, demonstrou que, quando utilizadas de forma consciente e crítica, as ferramentas de IA podem servir como apoio ao processo de aprendizagem, desde que acompanhadas de análise, interpretação e posicionamento próprio por parte dos estudantes.

Ao final da atividade, os alunos apresentaram seus relatórios e compartilharam suas percepções com a turma, o que contribuiu para ampliar o debate sobre responsabilidade acadêmica, pensamento crítico e o papel das tecnologias digitais na formação universitária. A experiência foi considerada bastante produtiva, pois permitiu que os estudantes vivenciassem, na prática, as potencialidades e os limites da inteligência artificial no contexto da produção de conhecimento.

Confira alguns trechos de análises apontadas pelos alunos, e fotos do debate:

“O resultado tenta reunir todas as informações no menor tempo possível, por isso ocorre uma filtragem em cada assunto mais ao mesmo tempo ele tenta colocar todos os tópicos que considera importante (...) no fim isso contribui para que cada um deles fique raso, mas ao mesmo tempo informativo (...) se quiser precisamos nós mesmos aprofundamos em relação ao que procuramos.” (aluna Maiara Gisele Soares).

“A resposta também trata os municípios de forma muito geral, como se todos tivessem as mesmas condições de aplicar a lei, o que não corresponde à realidade. Além disso, o texto foi neutro, pois não questiona de forma mais crítica se o Estatuto realmente está sendo aplicado ou se muitas vezes acaba ficando apenas no papel.” (aluna Amanda Bronqueti, 7º período).

“Trata como se a fonte das divergências fossem somente administrativas ou políticas, entretanto também são estruturais e históricas” (aluna Nicole Mendonça).

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