Inserir-se no mercado de trabalho é um grande desafio. Você sabia que pessoas com diploma de graduação ganham cerca de 140% a mais do que profissionais que tem educação até o ensino médio?
Quer descobrir como a graduação pode mudar o curso de sua vida profissional? Preencha o formulário presente no botão e receba o ebook gratuito da Unifacear: "Porque fazer uma graduação?". Contamos com você!
Os acadêmicos do 10º período do curso de Engenharia Civil da UNIFACEAR participaram de uma visita técnica à A1 Engenharia, localizada em Araucária (PR). A atividade foi realizada como parte da disciplina de Estruturas em Aço, e teve como objetivo aproximar os conteúdos trabalhados em sala de aula da prática profissional.
Durante a visita, acompanhada pelo professor Paulo Eduardo de Melo Paris, os estudantes conheceram as instalações da fábrica e puderam acompanhar de perto diferentes etapas relacionadas à fabricação de estruturas metálicas. A experiência permitiu observar, em escala real, elementos, processos produtivos, equipamentos e procedimentos que fazem parte da execução desse tipo de estrutura.
Para os acadêmicos, que se encontram na etapa final da graduação, a atividade representou uma oportunidade de relacionar os conhecimentos adquiridos na disciplina com situações reais encontradas no setor de estruturas de aço. Conceitos envolvendo detalhamento, fabricação, ligações, montagem e comportamento estrutural puderam ser associados diretamente ao ambiente industrial.
Além da área fabril, os estudantes também conheceram parte dos escritórios e da estrutura administrativa da A1 Engenharia, ampliando a compreensão sobre as diferentes etapas envolvidas no desenvolvimento de um empreendimento. A visita possibilitou observar que o trabalho com estruturas metálicas envolve uma integração constante entre projeto, planejamento, fabricação, orçamento, gestão e execução.
No dia 29 de setembro de 2026, os alunos dos cursos superiores de tecnologia em Recursos Humanos e Logística da Unifacear realizaram uma visita técnica à Magalog Serviços Logísticos Ltda., localizada no município de Araucária, Paraná.
Com mais de 47.000 m² de área, o Centro de Distribuição da empresa atua como um importante polo regional de armazenamento e distribuição, atendendo pedidos de e-commerce e dando suporte às operações logísticas da rede na região.
A visita foi conduzida pelos colaboradores Wanderson de Jesus, Rosana Ribeiro e Carolina Ferreira, com o acompanhamento da professora Thaís Barbosa Marochi e do coordenador dos cursos de Gestão, Claudio Roberto Braz da Fonseca.
As atividades tiveram início no auditório da empresa, onde os alunos receberam orientações e informações sobre as operações desenvolvidas no local. Na sequência, o grupo percorreu as áreas de recebimento, estoque e armazenagem, separação de pedidos, embalagem e expedição, encerrando as atividades novamente no auditório.
Durante o percurso, os alunos puderam observar os rigorosos procedimentos e critérios de segurança adotados pela empresa, além de conhecer, na prática, diferentes etapas dos processos logísticos e sua importância para o funcionamento eficiente da operação.
A visita técnica proporcionou aos estudantes uma importante oportunidade de vivenciar, no ambiente organizacional, os conhecimentos adquiridos em sala de aula. A experiência contribuiu para aproximar a formação acadêmica da realidade profissional, possibilitando uma compreensão mais ampla dos processos, desafios e práticas presentes no cotidiano das organizações.

Encontro com estudantes do Colégio Estadual Professora Marilze da Luz Brand, em Araucária, promoveu reflexão sobre mercado de trabalho, inteligência artificial e as competências necessárias para o futuro profissional
No dia 25 de setembro de 2026, o coordenador dos cursos de Gestão da Unifacear – Campus Araucária, Prof. Adm. Msc. Cláudio Roberto Braz da Fonseca, ministrou a palestra “Não seja substituído, seja aumentado” para estudantes do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Professora Marilze da Luz Brand, no município de Araucária.
A atividade teve como objetivo promover uma reflexão sobre as transformações que a Inteligência Artificial (IA) já vem provocando no mercado de trabalho e, principalmente, sobre como os jovens podem se preparar para um cenário profissional cada vez mais marcado pela tecnologia.
Durante a palestra, o professor apresentou dados e estudos recentes sobre as perspectivas do mercado de trabalho para os próximos anos, destacando que a discussão sobre inteligência artificial não deve ser limitada à possibilidade de substituição de trabalhadores. Segundo a abordagem apresentada, a principal questão para os futuros profissionais é compreender como utilizar a tecnologia como ferramenta de ampliação das próprias capacidades.
Entre os dados apresentados esteve um estudo realizado por pesquisadores da Stanford University e do King’s College London, baseado na análise de 1,25 bilhão de anúncios de vagas e 154 milhões de registros de emprego em 41 países. A pesquisa identificou mudanças na composição das equipes após a adoção de IA, com redução da participação relativa de profissionais em posições juniores e crescimento da participação de profissionais mais experientes. O estudo reforça a discussão sobre os impactos da tecnologia especialmente nas portas de entrada do mercado de trabalho.
Outro ponto abordado foi a realidade brasileira. Dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) mostram que a exposição à IA generativa é particularmente relevante entre trabalhadores jovens e em ocupações de entrada. Estudo divulgado pelo instituto aponta que quase 30 milhões de trabalhadores brasileiros estavam, no terceiro trimestre de 2025, em ocupações com algum grau de exposição à IA generativa.
A palestra também trouxe informações do PISA 2025, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com os resultados, 48% dos estudantes brasileiros afirmaram utilizar chatbots de inteligência artificial pelo menos uma vez por semana para ajudá-los a aprender, percentual próximo à média de 46% observada entre os países da OCDE. O levantamento também mostra que estudantes brasileiros utilizam a tecnologia para pesquisas preliminares, resumo de textos e elaboração de rascunhos para trabalhos escolares.
Para os estudantes, a mensagem foi de que a familiaridade com a tecnologia precisa estar acompanhada do desenvolvimento de competências humanas, pensamento crítico, criatividade, capacidade de resolver problemas, comunicação e disposição para aprender continuamente.
Nesse contexto, o professor também apresentou dados do Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, que projeta profundas transformações no mercado de trabalho até 2030. Segundo o relatório, as mudanças estruturais poderão resultar na criação de aproximadamente 170 milhões de novos empregos, ao mesmo tempo em que cerca de 92 milhões de postos de trabalho poderão ser deslocados, resultando em um saldo líquido estimado de 78 milhões de empregos. O relatório aponta ainda a inteligência artificial e as tecnologias de processamento de informação entre os principais fatores de transformação das empresas até 2030.
Mais do que apresentar números e projeções, a palestra buscou estimular os estudantes a pensar sobre suas próprias escolhas profissionais e sobre a necessidade de desenvolver uma relação consciente com a tecnologia.
A proposta central do encontro foi reforçada pela mensagem que dá nome à palestra: “Não seja substituído, seja aumentado.”
A ideia é que a Inteligência Artificial seja compreendida não apenas como uma tecnologia capaz de automatizar tarefas, mas também como uma ferramenta que pode ampliar conhecimentos, produtividade, criatividade e possibilidades profissionais para aqueles que souberem utilizá-la de forma estratégica e responsável.
Ao final, ficou uma mensagem especialmente direcionada aos jovens que estão prestes a iniciar sua trajetória profissional: "A IA não define o seu futuro. Você define."
